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computador (Foto: Clare Black/Creative Commons) computador (Foto: Clare Black/Creative Commons)

computador (Foto: Clare Black/Creative Commons)

As vendas de PCs no país voltaram a crescer em 2017 depois de cinco anos, segundo pesquisa da consultoria de Tecnologia de Informação IDC Brasil.

Foram 5,19 milhões de máquinas vendidas no ano passado, alta de 15% ante 2016. Só no último trimestre, foram 1,48 milhão de unidades comercializadas.

Em termos valores, o crescimento ano contra ano foi de 3,3%, totalizando R$ 11,73 bilhões em vendas.

De acordo com a IDC, a diferença entre os índices de crescimento em volume e receita é explicada pela queda do preço médio do PC, que passou de R$ 2.524 em 2016 para R$ 2.262 em 2017, baixa de 10,5%.

A redução nos preços foi motivada por ofertas para impulsionar as vendas e por uma cotação mais favorável do dólar, segundo o estudo.

“O segmento de PCs já é bem consolidado e maduro (no Brail), com uma boa penetração de mercado. A tendência é mais de troca de equipamentos para atualização do que compra da primeira máquina", avalia Pedro Hagge, analista de pesquisa da IDC Brasil.

Segundo ele, o reaquecimento do mercado em 2017 se deu justamente porque, com a melhora da economia, as empresas voltaram a investir para renovar seu parque instalado e também porque o poder público retomou projetos paralisados por conta da crise política.

“Foi o primeiro ano de crescimento nas vendas de PCs no país desde 2011, graças a fatores como a liberação do FGTS, que contribuiu para (aumentar) o poder de compra do consumidor, e o melhor Black Friday desde que começou a ser realizado", completa.

Perspectivas para 2018

A IDC estima que em 2018 devem vendidos 5,3 milhões de PCs, o que representaria alta de 2% frente ao ano passado, ainda como um reflexo da recuperação econômica e da confiança do consumidor.

A consultoria alerta porém, que a tendência é de estabilização do mercado não só no Brasil, mas no mundo todo.

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O Comitê Judiciário do Senado dos EUA informou nesta segunda-feira (26) que convidou os diretores executivos do Facebook, Alphabet e Twitter para testemunharem em uma audiência em 10 de abril sobre privacidade de dados.

A Cambridge Analytica, consultoria política britânica, obteve acesso a 50 milhões de usuários do Facebook, o que levou a Comissão Federal de Comércio a iniciar uma investigação.

O senador Charles Grassley, presidente do comitê, disse que convidou o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, "para depor na audiência para discutir as medidas do passado e do futuro no que diz respeito à proteção e monitoramento dos dados dos consumidores".

O Facebook está enfrentando pressão dos anunciantes, enquanto a rede social está na mira do governo após as acusações. Na semana passada, Zuckerberg se desculpou pelos erros cometidos pelo Facebook ao lidar com dados de 50 milhões de usuários.

Um porta-voz do Facebook disse que a empresa recebeu o convite para audiência e o estava analisando. O porta-voz do Twitter se recusou a comentar. Um porta-voz da Alphabet, do Google, não respondeu imediatamente ao pedido de comentários.

A audiência pode ser a mais marcante aparição das empresas de tecnologia em meio a crescentes pedidos para regular o setor. "A audiência examinará como os dados podem ser usados indevidamente ou transferidos de forma inadequada e quais passos o Facebook adota para proteger melhor as informações pessoais dos usuários e garantir mais transparência no processo", disse Grassley.

Na semana passada, a Comissão de Energia e Comércio do Congresso americano convidou formalmente Zuckerberg para testemunhar e o Comitê de Comércio do Senado também o convidou para comparecer. Nenhum dos comitês definiu uma data para uma audiência.

CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, foi chamado a prestar esclarecimentos no Congresso americano (Foto: Getty Images) CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, foi chamado a prestar esclarecimentos no Congresso americano (Foto: Getty Images)

CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, foi chamado a prestar esclarecimentos no Congresso americano (Foto: Getty Images)

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A Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC, sigla em inglês) confirmou nesta segunda-feira (26) que investiga o Facebook pela obtenção de dados de mais de 50 milhões de usuários pela empresa de consultoria política Cambridge Analytica.

"A FTC leva muito a sério os recentes relatos da imprensa que geraram uma preocupação substancial sobre as políticas de privacidade do Facebook. Hoje, a FTC confirma que abriu uma investigação sobre estas práticas", indica a comissão, em comunicado.

O diretor interino da FTC, Tom Pahl, destacou que a agência se compromete a usar "todas as suas ferramentas" para proteger a privacidade dos consumidores e que a primeira delas é a "ação coercitiva" contra companhias que não cumprem as suas promessas nesse âmbito ou que infringem as leis.

Os Estados Unidos não possuem uma lei de proteção de dados nos moldes da União Europeia. Pahl explicou que o papel da FTC é atuar contra empresas que não cumprem o acordo "Escudo de Privacidade" ("Privacy Shield"), que regula transferências de dados entre a UE e EUA, e contra as que empreendem "atos injustos" que prejudicam os consumidores.

Em 2011, o Facebook firmou um acordo com o governo dos EUA por meio da FTC. A empresa se comprometeu a solicitar o consentimento dos seus usuários antes de fazer determinadas mudanças nas preferências de privacidade. Na ocasião, havia a acusação de que a empresa abusava dos consumidores ao compartilhar informações com outras empresas.

Segundo a rede de TV CNBC, quebrar esse acordo poderia render à rede social uma multa de US$ 40 mil por violação.

O escândalo do Facebook

Em 17 de março, os jornais "New York Times" e "Guardian" revelaram que os dados de mais de 50 milhões de usuários do Facebook foram usados sem o consentimento deles pela Cambridge Analytica. A empresa de análise de dados acessou esse grande volume de dados após um teste psicológico que circula na rede social coletar as informações. Os dados recolhidos não eram apenas os de usuários que fizeram o teste, mas também os de seus amigos.

O escândalo cria dúvidas quanto à transparência e à proteção de dados dos usuários do Facebook. A rede social comunicou que investigaria o caso. O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, reconheceu que a emprese cometeu erros.

A empresa Cambridge Analytica trabalhou ainda com a equipe responsável pela campanha de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos, nas eleições de 2016. Também foi contratada pelo grupo que promovia a saída do Reino Unido da União Europeia.

Nesta sexta-feira (23), uma revista na sede da Cambridge Analytica durou cerca de sete horas. A batida foi do órgão regulador encarregado da proteção de dados privados na Grã-Bretanha. Nos Estados Unidos, usuários estão processando o Facebook e a Cambridge Analytica.

O Ministério Público do Distrito Federal comunicou na terça-feira passada (20) que abriu um inquérito para apurar se o Facebook compartilhou dados de usuários brasileiros com a Cambridge Analytica. O ex-sócio da Cambridge Analytica no Brasil disse que a empresa não tinha banco de dados de brasileiros.

O escândalo que envolve o Facebook foi prejudicial para os ativos da empresa na Bolsa de Valores. Os papéis da empresa chegaram a cair 9,15%. A empresa perdeu mais de US$ 50 bilhões em valor de mercado em apenas dois dias.

*com informações da EFE

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Sergio Buriac, novo presidente global da Motorola (Foto: Divulgação/Motorola) Sergio Buriac, novo presidente global da Motorola (Foto: Divulgação/Motorola)

Sergio Buriac, novo presidente global da Motorola (Foto: Divulgação/Motorola)

O brasileiro Sergio Buniac, que comanda os negócios da Motorola na América Latina, é o novo presidente mundial da companhia. Buniac assumiu o posto no lugar do francês Aymar de Lencquesaing, que se aposentou.

“Há mais de 20 anos na Motorola, a experiência de Sergio une um profundo conhecimento da indústria, com histórico de forte crescimento nos mercados da América Latina, bem como planejamento estratégico e gerenciamento de produtos", informou a companhia em comunicado.

Segundo o texto, "Sergio é muito respeitado no setor e estamos certos que ele é a opção correta para levar a empresa adiante, como presidente mundial da Motorola”.

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Linha de montagem da fabricante brasileira Positivo Informática, fabricante brasileira de computadores.  (Foto: Divulgação/Positivo) Linha de montagem da fabricante brasileira Positivo Informática, fabricante brasileira de computadores.  (Foto: Divulgação/Positivo)

Linha de montagem da fabricante brasileira Positivo Informática, fabricante brasileira de computadores. (Foto: Divulgação/Positivo)

O setor de tecnologia brasileiro voltou a crescer em 2017 após amargar uma queda inédita no ano anterior. Com o desempenho, o Brasil manteve a nona posição no ranking global e permaneceu no grupo das 10 maiores potências do mundo.

No ano passado, as empresas de tecnologia no país movimentaram US$ 38 bilhões, um crescimento de 4,5% em relação a 2016, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes) na noite desta segunda-feira (26).

Os dados agregam os negócios fechados por companhias de software, hardware e de serviços. As empresas que vendem equipamentos movimentaram US$ 19,5 bilhões, enquanto as prestadoras de serviços e as desenvolvedoras de programas de computador e aplicativos geraram US$ 10,4 bilhões e US$ 8,2 bilhões, respectivamente. Os dados foram levantados pela IDC.

“Foi uma boa retomada”, afirma Jorge Sukarie Neto, vice-presidente do conselho da Abes, diz, lembrando que o país já chegou a ser o sétimo maior mercado.

"O Brasil manteve a nona posição. Não é nenhum demérito e a gente tem que reconhecer que passamos por enormes dificuldades.”

Ele se refere à instabilidade política que, ao lado da crise econômica, fez os investimentos em tecnologia se retraírem. “Até dois anos atrás, a gente tinha crescimento de dois dígitos”, diz. O encolhimento começou a ser percebido em 2015, quando a alta nos negócios caiu para um dígito, e culminou em 2016, quando a queda foi de 3,6%.

Maiores mercados de tecnologia em 2017
Setor de tecnologia brasileiro volta a crescer e se mantém como o 9º maior do mundo

Fonte: Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes)/IDC

Projetos engavetados

Para Sukarie Neto, o crescimento em 2017 foi um reflexo da reaquecimento da economia associado a uma maior confiança de empresários na situação política, que os fizeram desengavetar investimentos em tecnologia que haviam sido colocados em espera.

“A tecnologia é fundamental para todos os setores, do varejo ao financeiro. Nenhum setor consegue evoluir e ser produtivo em mundo globalizado se não tiver investimento em tecnologia da informação. O que vimos no Brasil em 2016 é que chegamos a uma situação econômica é que não sabíamos se o país seria viável. Só depois do impeachment da Dilma, a gente conseguiu ver uma luz no fim do túnel”, afirmou.

Mercado maduro

O executivo da Abes aponta ainda que os montantes investidos nos três segmentos de negócio denotam que o Brasil está se transformando um mercado de tecnologia maduro.

Se, em 2014, 67% dos investimentos em tecnologia eram feitos em hardware, em 2017, esse índice caiu para 51%.

“Quanto mais você investe em software e serviços, melhor o grau de investimento em tecnologia da informação de um país”, diz Sukaire Neto.

“Investimento em hardware significa que o país está numa fase em que está construindo a infraestrutura ainda e não está investindo em inteligente, em capacidade de processamento.”

No ano de 2017 o Brasil também voltou a ampliar sua participação nos investimentos totais da América Latina. Dos US$ 97,3 bilhões de negócios gerados na região, o Brasil foi responsável por 39% --no ano anterior, a fatia do país havia sido de 36%.

Ainda que tenha voltado a crescer, o mercado de tecnologia brasileiro ficou abaixo da alta global, que foi de 5,5% e chegou a US$ 2 trilhões. Para 2018, a expectativa da Abes é que o crescimento no mundo seja de 4,3% e o avanço no país seja de 4,1%.

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Vídeo mostra momento em que mulher fica visível em frente ao carro (Foto: Tempe Police Department/Handout via REUTERS) Vídeo mostra momento em que mulher fica visível em frente ao carro (Foto: Tempe Police Department/Handout via REUTERS)

Vídeo mostra momento em que mulher fica visível em frente ao carro (Foto: Tempe Police Department/Handout via REUTERS)

As autoridades do Arizona, nos Estados Unidos, proibiram na segunda-feira (26) que o Uber teste veículos autônomos no estado, depois do acidente que matou uma pedestre há cerca de uma semana, na cidade de Tempe.

O Uber já havia anunciado um dia após o acidente - em 18 de março - a suspensão de todos os testes com veículos autônomos em ruas e estradas públicas.

Além do Arizona, a empresa testava carros autônomos em Pittsburgh, na Pensilvânia. Outras empresas testam esses veículos nos EUA, a maioria na Califórnia.

O governador do Arizona, Doug Ducey, citou imagens "perturbadoras e alarmantes" do acidente gravadas pela câmera dentro do automóvel e divulgadas há alguns dias pela polícia.

Carro autônomo do Uber atropela e mata uma mulher

Carro autônomo do Uber atropela e mata uma mulher

"O vídeo é perturbador e alarmante e gera dúvidas sobre a capacidade do Uber de seguir realizando testes no Arizona", disse Ducey em carta enviada ao presidente da empresa, Dara Khosrowshahi, na qual informa a suspensão no estado do programa de carros sem motorista.

O veículo do Uber trafegava no modo autônomo, com um operador atrás do volante, quando atropelou uma mulher de 49 anos que atravessava a rua carregando uma bicicleta.

As imagens mostram o operador olhando para baixo por alguns segundos antes de levantar a vista logo antes do atropelamento.

Divulgadas na quarta-feira passada pela polícia, as imagens revelam uma rua muito mal iluminada.

A chefe de polícia Sylvia Moir disse ao jornal San Francisco Chronicle que a mulher não estava atravessando na faixa "e fica claro que teria sido muito difícil evitar o atropelamento com qualquer tipo de condução, diante da forma como surgiu entre as sombras".

Carro autônomo da Uber que atropelou e matou uma pedestre nos EUA é analisado pelo departamento de segurança no transporte dos EUA (Foto: National Transportation Safety Board/Reuters ) Carro autônomo da Uber que atropelou e matou uma pedestre nos EUA é analisado pelo departamento de segurança no transporte dos EUA (Foto: National Transportation Safety Board/Reuters )

Carro autônomo da Uber que atropelou e matou uma pedestre nos EUA é analisado pelo departamento de segurança no transporte dos EUA (Foto: National Transportation Safety Board/Reuters )

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Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, durante conferência da empresa para desenvolvedores em 2017. (Foto: Stephen Lam/Reuters) Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, durante conferência da empresa para desenvolvedores em 2017. (Foto: Stephen Lam/Reuters)

Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, durante conferência da empresa para desenvolvedores em 2017. (Foto: Stephen Lam/Reuters)

O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, não irá responder perguntas de parlamentares britânicos sobre como milhões de dados de usuários chegaram às mãos da empresa de consultoria política Cambridge Analytica, à medida que a companhia enfrenta crescente pressão tanto na Europa como nos Estados Unidos.

Zuckerberg irá, ao invés disso, enviar seu diretor de tecnologia, Mike Schroepfer, ou seu diretor de produto, Chris Cox, para comparecer à Comissão Digital, de Cultura, Mídia e Esporte do Parlamento britânico.

Em resposta, o presidente do conselho da comissão parlamentar disse nesta terça-feira (27) que parlamentares ainda querem conversar com Zuckerberg e que irão analisar se conseguem organizar uma sessão pessoalmente ou por vídeo.

Na semana passada, Zuckerberg pediu desculpas pelos erros que o Facebook cometeu e prometeu impor padrões mais rígidos para restringir o acesso de desenvolvedores a informações do tipo.

O escândalo levou o preço das ações da companhia a despencar e desencadearam novas questões por parte de políticos e reguladores sobre a confiabilidade do Facebook.

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O Twitter anunciou nesta segunda-feira (26) que proibirá em sua plataforma a publicação de anúncios sobre criptomoedas para reduzir os riscos de golpes.

O microblog segue iniciativas similares de outros grandes grupos que operam na Interne, como Facebook e Google.

"Temos o compromisso de manter a segurança da comunidade Twitter. Para isto, incorporamos uma nova regra sobre as publicidades no Twitter vinculadas às criptomoedas, que estipula que publicidade para reunir fundos em criptomoedas e para a venda de 'moedas virtuais' serão proibidas."

Uma oferta pública inicial de moedas virtuais (ICO, em inglês) consiste em criar uma moeda virtual própria e vendê-la a investidores que pagam em outras criptomoedas ou moedas tradicionais.

Infográfico: Como funciona o bitcoin (Foto: Igor Estrella/G1) Infográfico: Como funciona o bitcoin (Foto: Igor Estrella/G1)

Infográfico: Como funciona o bitcoin (Foto: Igor Estrella/G1)

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A Samsung anunciou nesta terça-feira (27) que começará a vender seus novos smartphones top de linha em 20 de abril, por preços de R$ 4,3 mil para o Galaxy S9 e de R$ 4,9 mil para o Galaxy S9+.

Os novos aparelhos possuem tecnologia de realidade aumentada para acrescentar detalhes a imagens que estão sendo captadas pela câmera, além de reconhecimento facial para desbloqueios, recursos para usar dois apps ao mesmo tempo e um sistema para separar dados corporativos de dados pessoais.

Realidade aumentada e câmera

Essa nova tecnologia permitirá que os celulares façam traduções simultâneas de uma língua para outra. Bastará apontar a câmera para algo escrito em um idioma estrangeiro, e o S9 verterá para a língua de escolha do usuário. Esse é um novo recurso da Bixby, assistente pessoal da Samsung. A ferramenta, no entanto, é similar ao que o Google Tradutor faz para alguns idiomas.

Bixby também poderá mostrar informações sobre os arredores, algo que a versão do Yelp com realidade aumentada já possuía.

A realidade aumentada associada à câmera também permitirá que o celular seja usado como ferramenta de trabalho, promete a Samsung.

Um vídeo vazado antes da apresentação mostrou a câmera do S9 sendo usada para apontar em que lugares fios deveriam ser conectados para resolver um problema dentro de um data center. Em outro momento, a câmera era apontada para uma montanha; na tela, eram mostrados dados geográficos dela.

É possível fazer vídeos com supercâmera lenta em que é possível fazer as imagens rodagem de trás para frente. Isso só ocorre porque a câmera consegue captar 960 frames por segundo.

Multitarefas do Galaxy S9

O S9 também ganhou um recurso multitarefas, que permite usar dois aplicativos simultaneamente. Usando dois serviços em conjunto, o usuário pode arrastar itens de uma aplicação para a outra sem ter que minimizar uma para abrir a outra na sequência.

Emojis em realidade aumentada

A tecnologia de realidade aumentada permitirá criar emojis a partir da expressão facial do usuário, algo que a Apple também permitiu no iPhone X, mas deu o nome de Animoji.

Segundo a Samsung, a imagem em 2D do rosto do usuário é mapeado e combinada com mais de 100 traços de expressão para criar uma versão animada em 3D deles.

Reconhecimento facial

Os novos smartphones topo de linha da Samsung também permitirão que seus usuários façam os desbloqueios usando apenas o rosto.

O sensor de digitais continua lá, na traseira do aparelho, mas foi posicionado em uma posição mais central para ser mais ergonômico.

Design

A cara do S9 continua a mesma do S8. Estão lá a ausência de botões físicos para dar espaço à "tela infinita" e o botão lateral para ativar a assistente pessoal Bixby. Já a traseira do aparelho mudou um pouco.

Além do sensor de digitais ter sido realocado para baixo da câmera dupla, as costas do S9 ganharam um alto falante estéreo.

Veja a evolução do Samsung Galaxy S, até o S9 (Foto: Karina Almeida/Antônio Filho/G1) Veja a evolução do Samsung Galaxy S, até o S9 (Foto: Karina Almeida/Antônio Filho/G1)

Veja a evolução do Samsung Galaxy S, até o S9 (Foto: Karina Almeida/Antônio Filho/G1)

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A Jaguar Land Rover e a Alphabet, dona do Google, anunciaram nesta terça-feira (27) uma parceria para desenvolver um carro elétrico autônomo da marca de luxo.

A montadora e a Waymo, divisão da Alphabet responsável por essa tecnologia, vão desenvolver juntas um Jaguar I-Pace sem a necessidade de motorista.

O I-Pace "tradicional" foi apresentado no começo do mês como o primeiro SUV totalmente elétrico da marca. Nos Estados Unidos, a Waymo já testa carros autônomos de outras marcas, adaptados para a tecnologia.

A novidade é que o I-Pace autônomo deverá sair de fábrica já com a automação. Ele será apresentado nesta quarta (28), no Salão de Nova York.

Os testes com o veículo devem começar no fim do ano em vias públicas. A expectativa da Jaguar é que 20 mil unidades do I-Pace autônomo sejam produzidas nos primeiros 2 anos para esses testes.

No fim do ano, a Waymo deve começar a permitir que pessoas comuns testes esses carros.

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