Hacker







Não é de hoje que somos bombardeados com perguntas do tipo "como hackear um facebook?" , como "hackear uma conta de banco?" e é claro "como hackear uma rede wifi".

Para quem trabalha na área de programação, desenvolvimento ou TI em geral sabe do que eu estou falando. Entre essas perguntas uma das mais chatas é sem dúvidas "como hackear uma rede wifi". Todo mundo quer saber a senha da rede wifi do vizinho mas nunca pensou em perguntar.

Par que vocês entendam do que eu estou falando preciso explicar como funciona um ataque a rede wifi.

Existe várias formas de atacar um wifi, no caso de um wireless configurado com WEP podemos usar uma falha na segurança e descobrir a senha em poucos minutos, mas você já viu uma rede WEP por aii? ...Continue lendo

 Pesquisador que criou o aplicativo que coletou os dados dos usuários do Facebook diz que Cambridge Analytica assegurou que o trabalho não tinha nada de ilegal (Foto: Reuters)  Pesquisador que criou o aplicativo que coletou os dados dos usuários do Facebook diz que Cambridge Analytica assegurou que o trabalho não tinha nada de ilegal (Foto: Reuters)

Pesquisador que criou o aplicativo que coletou os dados dos usuários do Facebook diz que Cambridge Analytica assegurou que o trabalho não tinha nada de ilegal (Foto: Reuters)

Dias após o comprometimento de dados de milhões de seus usuários ter sido revelado, o Facebook se manifestou pela primeira vez sobre como tentará preservar as informações das pessoas que acessam a rede social daqui para frente.

Enquanto ia ao ar o texto em que o CEO da empresa Mark Zuckerberg informava como restringiria a disponibilidade de dados, uma das executivas do alto escalão da companhia afirmava no Brasil que as regras vigentes na plataforma são a principal arma para coibir infrações, mas sua aplicação é "desafiadora", o que pode não ser uma boa notícia para as mais de 2,1 bilhões de pessoas que confiam suas informações à companhia.

"Confiança é o ponto central na nossa comunidade", afirmou Monika Bickert, a líder global de gerenciamento de polícia do Facebook, em encontro com jornalistas realizado em São Paulo.

"Nós precisamos manter os dados das pessoas a salvo e que elas saibam que eles estão seguros", disse. "Nós queremos que elas se sintam confortáveis vindo ao Facebook e fazendo parte da nossa comunidade. E dados são fundamentais para o que a gente faz.”

Foi usando dados que o Facebook se tornou uma máquina de direcionar publicidade, que responde por 98% de seu faturamento de US$ 40,6 bilhões (segundos dados de 2017). As informações pessoais compartilhadas pelos bilhões de usuários são usadas para a rede social vender anúncios ultra-segmentados.

Só que o Facebook também permite que alguns serviços acessem essa mina de ouro, em uma via de mão dupla: a rede social permite que serviços (joguinhos, quizzes etc) saibam nome, quem são os amigos, preferências desses usuários, e essas aplicações (tipo "Como você seria no gênero oposto?"), mantêm as pessoas por mais tempo no site.

O Facebook admitiu no domingo (18) que esse pacto foi quebrado. Informou estar investigando se a Cambridge Analytica, uma empresa britânica que trabalhou para a campanha de 2016 do presidente americano, Donald Trump, manteve os dados de mais de 50 milhões de usuários, obtidos por meio de um "teste de personalidade" que circulou pela rede social em 2013.

Segundo os jornais "London Observer" e "New York Times", a companhia usou as informações para construir uma aplicação destinada a prever as decisões dos eleitores e influenciá-los.

Depois do escândalo vir à tona e do valor de mercado do Facebook diminuir US$ 50 bilhões em dois dias, Zuckerberg anunciou medidas para reduzir parte do poder que desenvolvedores terceiros têm para manipular informações cedidas por usuários.

Apps proibidos

A primeira delas é um mea-culpa. Até 2014, o Facebook permitia que as pessoas dessem permissão para um aplicativo acessar informações de seus amigos. Foi assim que o aplicativo "This is your digital life", criado pelo pesquisador Aleksandr Kogan, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, recebeu o aval para usar os dados de apenas 270 mil pessoas, mas acabou coletando informações de quase 50 milhões de usuários, informou o ex-funcionário da Cambridge Analytica, Christopher Wylie. Foi assim que a empresa britânica construiu seu arquivo.

Zuckerberg admitiu que o Facebook chegou a ser informado em 2015 de que a Cambridge Analytica não deletou os dados coletados no teste de personalidade. O assunto foi encerrado, sem que os donos das informações fossem comunicados, após a empresa de comprometer a se comprometer a descartá-las.

Mas é somente agora, cinco anos após o incidente, que a empresa toma uma decisão: vai investigar todos os apps que acessaram grandes volumes de dados antes de as regras mudarem em 2014. Quem não quiser ter o app auditado será banido, diz ele. As pessoas cujas informações foram usadas de forma incorreta serão avisadas, inclusive as que foram atingidas pelo "This is your digital life".

Apps com menos dados

A segunda medida anunciada por Zuckerberg é um aprofundamento de outra mudança feita pelo Facebook anos atrás. A partir de 2015, todos os apps que pedissem dados de usuários tinham que se submeter a uma aprovação da rede social e justificar por que necessitariam dessas informações para funcionar. Agora, além de continuar a fazer uma revisão dos serviços, o Facebook vai também limitar os dados colocados à disposição dos desenvolvedores a:

  • nome;
  • foto do perfil e;
  • endereço de e-mail.

Se quiserem mais, como posts ou outro dado pessoal, os criadores de aplicações terão que assinar um contrato diretamente com o usuário.

Só que em 2013, para ter acesso aos dados dos usuários do Facebook, o serviço "This is your digital like" já tinha estabelecido um contrato, mas com a rede social, pois concordou com os termos de uso da plataforma.

Os dados foram obtidos de maneira legítima, sem que a Cambridge Analytica precisasse recrutar hackers para "invadir" os sistemas do Facebook. Os executivos do Facebook afastam com unhas e dentes a noção de que tenha havido um vazamento de informações. "Eu teria cuidado com essas palavras [vazamento de dados], porque quando as pessoas instalam apps, eles veem mais informações do que você sabe. Quando as pessoas instalam um aplicativo, elas dão dados a ele ao fazer isso", diz a executiva Monika Bickert.

Na prática, o que a empresa fez foi romper um acordo com o Facebook, já que era e ainda é proibido vender ou usar em propaganda os dados coletados em serviços.

"O que aconteceu nesse episódio foi que as pessoas instalaram o app e fizeram uma escolha, a de compartilhar seus dados. Mas o que a Cambridge Analytica supostamente fez com esses dados é ultrajante."

Ainda sobre isso, Zuckerberg anunciou que a autorização dada pelos pessoas para que seus dados sejam manipulados vai expirar se o aplicativo que usa essas informações não for acessado durante três meses.

Apps sem permissões

A última iniciativa para evitar novos acessos não autorizados é tornar mais visível uma ferramenta já existente na rede social que é capaz de retirar permissões concedidas a aplicativos para usar dados.

Hoje, fazer isso requer paciência e tempo, mas o Facebook promete que vai posicionar o recurso no topo do site: uma lista de todos os serviços, e um atalho para que os usuários revoguem as autorizações dadas a esses programas.

Confiança

Autoridades dos Estados Unidos e do Reino Unido abriram investigações para apurar a responsabilidade do Facebook no caso do comprometimento dos dados. A desconfiança também veio do mercado, e o Facebook sabe que a onda de ceticismo pode ser crucial para o seu negócio.

"Pelos últimos cinco anos que eu estou nesse emprego, meu trabalho tem sido, em grande medida, manter as pessoas a salvo no Facebook e garantir que elas saibam que estão em segurança no Facebook. Se elas não acharem isso ou não estiverem seguras, nós vamos levar isso muito a sério", afirmou Bickert.

Segundo ela, todas as políticas do Facebook, "sejam as para bullying, contas falsas ou para plataformas" necessitam de dois estágios. Primeiro, as regras são estabelecidas e a rede tenta fazer com que sejam conhecidas. Depois, há o esforço para que sejam respeitadas. Ou seja: não basta apenas implantá-las.

"A aplicação é desafiadora, ainda mais em uma comunidade que é grande globalmente", finaliza.

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Guto Schiavon, sócio fundador da Foxbit, uma das maiores 'corretoras' de bitcoin do Brasil. (Foto: Marcelo Brandt/G1) Guto Schiavon, sócio fundador da Foxbit, uma das maiores 'corretoras' de bitcoin do Brasil. (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Guto Schiavon, sócio fundador da Foxbit, uma das maiores 'corretoras' de bitcoin do Brasil. (Foto: Marcelo Brandt/G1)

A Foxbit, maior “corretora” de bitcoin do Brasil, enfrenta uma instabilidade que mantém seus sistemas fora do ar desde sexta-feira (9), quando saques duplicados da moeda virtual deram um prejuízo de R$ 1 milhão.

Com a plataforma fora do ar, clientes não podem sacar as moedas virtuais que estão sob custódia da empresa, sacar o dinheiro depositado nem trocar reais por bitcoins. A companhia promete voltar a operar compras e vendas nesta quarta-feira (14).

A Foxbit é a maior plataforma de compra e venda de moedas criptográficas do Brasil e chega a movimentar R$ 20 milhões por dia. A Bitvalor, que compila informações de todas as “corretoras”, a Foxbit é responsável por 41% de todas as transações no país, considerando dados fechados de 2017.

O G1 entrou em contato com a empresa, que informou seguir "trabalhando incessantemente para restabelecer o acesso à plataforma" (leia abaixo). Os fundadores da Foxbit fizeram uma transmissão ao vivo pelo YouTube nesta segunda-feira (12) para explicar o que aconteceu.

Sem ataquer hacker

Segundo Guto Schiavon, sócio fundador da Foxbit, a empresa teve que fazer uma manutenção emergencial na plataforma de compra e venda de bitcoin após detectar uma falha que permitiu a duplicação de cerca de 130 saques de bitcoin.

Schiavon e presidente-executivo da Foxbit, João Canhada, afastaram a hipótese da companhia ter sido alvo de um ataque hacker.

“Nós não fomos hackeados. Não houve nenhuma falha quanto a isso”, afirmou Schiavon.

A Foxbit ainda avalia qual foi o prejuízo gerado pela falha. “A gente está levantando esse valor, mas deve ser um valor próximo de 30 bitcoin”, afirmou Schiavon. Por volta das 20h de sexta, o bitcoin era vendido por R$ 31,5 mil no Brasil. Com isso, o prejuízo da Foxbit chega a R$ 950 mil.

Segundo Schiavon, após solucionar o problema dos saques, a empresa enfrentou uma falha ao tentar conciliar o banco de dados na plataforma que usam, da Blinktrade. Os sistemas da Foxbit estão fora do ar até agora porque uma equipe de analistas ainda está trabalhando nisso.

Schiavon diz que os clientes da Foxbit não terão seus recursos afetados pela falha.

“Os fundos em bitcoin estão assegurados, assim como os valores em reais”, diz Schiavon.

Segundo ele, alguns dos clientes que fizeram os saques duplicados entraram em contato para devolver o dinheiro retirado a mais. Afirma ainda que ela e sua parceira, a Blinktrade, possuem caixa para sanar as perdas.

Quando retomar as operações, a Foxbit pretende cancelar algumas transações para evitar perdas ou ganhos excessivos.

“Assim que a plataforma voltar, todas as ordens que estiverem 5% acima ou 5% abaixo do valor médio serão canceladas”, diz Schiavon.

Leia o posicionamento da Foxbit:

A Foxbit reforça que segue trabalhando incessantemente para restabelecer o acesso à plataforma.

A empresa reconhece, como já o fez por meio de um pronunciamento de seus dois sócios-fundadores (http://foxb.it/comunicado-oficial), que houve uma falha em seu sistema na última sexta-feira, 9/3, possibilitando que ocorressem transações em duplicidade, sendo que o valor dos saques feitos pelos investidores foi creditado em dobro, no total de 30 bitcoins.

A maioria dos clientes já se movimentou para realizar a devolução dos valores à Foxbit.

A Foxbit tem esse valor em caixa para eventuais problemas.

Ao se tentar corrigir a falha, corrompeu-se o índice do banco de dados, o que causou a queda do sistema. No entanto, os dados e os valores dos usuários estão todos preservados.

A Foxbit está empenhada em normalizar o acesso à plataforma o quanto antes e evitar que a falha de sistema ocorra novamente.

Infográfico: Como funciona o bitcoin (Foto: Igor Estrella/G1) Infográfico: Como funciona o bitcoin (Foto: Igor Estrella/G1)

Infográfico: Como funciona o bitcoin (Foto: Igor Estrella/G1)

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Guto Schiavon, sócio fundador da Foxbit, uma das maiores 'corretoras' de bitcoin do Brasil. (Foto: Marcelo Brandt/G1) Guto Schiavon, sócio fundador da Foxbit, uma das maiores 'corretoras' de bitcoin do Brasil. (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Guto Schiavon, sócio fundador da Foxbit, uma das maiores 'corretoras' de bitcoin do Brasil. (Foto: Marcelo Brandt/G1)

A Foxbit, maior “corretora” de bitcoin do Brasil, enfrenta uma instabilidade que mantém seus sistemas fora do ar desde sexta-feira (9), quando saques duplicados da moeda virtual deram um prejuízo de R$ 1 milhão.

Com a plataforma fora do ar, clientes não podem sacar as moedas virtuais que estão sob custódia da empresa, sacar o dinheiro depositado nem trocar reais por bitcoins. A companhia promete voltar a operar compras e vendas nesta quarta-feira (14).

A Foxbit é a maior plataforma de compra e venda de moedas criptográficas do Brasil e chega a movimentar R$ 20 milhões por dia. A Bitvalor, que compila informações de todas as “corretoras”, a Foxbit é responsável por 41% de todas as transações no país, considerando dados fechados de 2017.

O G1 entrou em contato com a empresa, que informou seguir "trabalhando incessantemente para restabelecer o acesso à plataforma" (leia abaixo). Os fundadores da Foxbit fizeram uma transmissão ao vivo pelo YouTube nesta segunda-feira (12) para explicar o que aconteceu.

Sem ataquer hacker

Segundo Guto Schiavon, sócio fundador da Foxbit, a empresa teve que fazer uma manutenção emergencial na plataforma de compra e venda de bitcoin após detectar uma falha que permitiu a duplicação de cerca de 130 saques de bitcoin.

Schiavon e presidente-executivo da Foxbit, João Canhada, afastaram a hipótese da companhia ter sido alvo de um ataque hacker.

“Nós não fomos hackeados. Não houve nenhuma falha quanto a isso”, afirmou Schiavon.

A Foxbit ainda avalia qual foi o prejuízo gerado pela falha. “A gente está levantando esse valor, mas deve ser um valor próximo de 30 bitcoin”, afirmou Schiavon. Por volta das 20h de sexta, o bitcoin era vendido por R$ 31,5 mil no Brasil. Com isso, o prejuízo da Foxbit chega a R$ 950 mil.

Segundo Schiavon, após solucionar o problema dos saques, a empresa enfrentou uma falha ao tentar conciliar o banco de dados na plataforma que usam, da Blinktrade. Os sistemas da Foxbit estão fora do ar até agora porque uma equipe de analistas ainda está trabalhando nisso.

Schiavon diz que os clientes da Foxbit não terão seus recursos afetados pela falha.

“Os fundos em bitcoin estão assegurados, assim como os valores em reais”, diz Schiavon.

Segundo ele, alguns dos clientes que fizeram os saques duplicados entraram em contato para devolver o dinheiro retirado a mais. Afirma ainda que ela e sua parceira, a Blinktrade, possuem caixa para sanar as perdas.

Quando retomar as operações, a Foxbit pretende cancelar algumas transações para evitar perdas ou ganhos excessivos.

“Assim que a plataforma voltar, todas as ordens que estiverem 5% acima ou 5% abaixo do valor médio serão canceladas”, diz Schiavon.

Leia o posicionamento da Foxbit:

A Foxbit reforça que segue trabalhando incessantemente para restabelecer o acesso à plataforma.

A empresa reconhece, como já o fez por meio de um pronunciamento de seus dois sócios-fundadores (http://foxb.it/comunicado-oficial), que houve uma falha em seu sistema na última sexta-feira, 9/3, possibilitando que ocorressem transações em duplicidade, sendo que o valor dos saques feitos pelos investidores foi creditado em dobro, no total de 30 bitcoins.

A maioria dos clientes já se movimentou para realizar a devolução dos valores à Foxbit.

A Foxbit tem esse valor em caixa para eventuais problemas.

Ao se tentar corrigir a falha, corrompeu-se o índice do banco de dados, o que causou a queda do sistema. No entanto, os dados e os valores dos usuários estão todos preservados.

A Foxbit está empenhada em normalizar o acesso à plataforma o quanto antes e evitar que a falha de sistema ocorra novamente.

Infográfico: Como funciona o bitcoin (Foto: Igor Estrella/G1) Infográfico: Como funciona o bitcoin (Foto: Igor Estrella/G1)

Infográfico: Como funciona o bitcoin (Foto: Igor Estrella/G1)

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Escritório do Facebook em Londres. (Foto: Toby Melville/Facebook) Escritório do Facebook em Londres. (Foto: Toby Melville/Facebook)

Escritório do Facebook em Londres. (Foto: Toby Melville/Facebook)

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira (2) que um recurso do Facebook a uma ação em que foi condenado a retirar do ar um perfil falso será julgada pelo plenário da corte.

“A transcendência e a relevância são inequívocas, uma vez que a matéria em questão, dadas a importância e o alcance das redes sociais e dos provedores de aplicações de internet nos dias atuais, constitui interesse de toda a sociedade brasileira”, afirmou o ministro em sua decisão.

Procurado pelo G1, o Facebook informou que não iria comentar e que todas as informações estão nos autos do processo.

No julgamento, que ainda não há data para ocorrer, os ministros decidirão se a Constituição e o Marco Civil da Internet obriga provedores de aplicações de internet, caso do Facebook, tem o dever de fiscalizar conteúdos publicados em suas plataformas.

Eles também analisarão se esses serviços têm que tirar algum material ofensivo do ar após receber apenas uma notificação extrajudicial e se podem ser levados à Justiça por veicular tal conteúdo antes que uma ação a respeito seja apreciada.

Entenda o caso

O caso chegou ao STF após o Facebook recorrer da decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Uma mulher identificou um perfil falso criado na rede social com o nome dela. Ela entrou com uma ação judicial em novembro de 2014 pedindo que a página fosse retirada do site, o protocolo de internet do autor fosse informado e que uma indenização de R$ 10 mil fosse paga.

O perfil exibia também fotos delas e era usado para ofender outras pessoas. O Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Capivari (SP) decidiu que o Facebook deveria excluir o perfil falso e cedesse o IP do responsável fosse cedido. Mas não reconheceu direito a indenização.

A decisão foi baseada no artigo 19 da lei Nº 12.965, de 2014, o chamado Marco Civil da Internet.

O que diz o artigo 19 do Marco Civil da Internet

Art. 19. Com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura, o provedor de aplicações de internet somente poderá ser responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros se, após ordem judicial específica, não tomar as providências para, no âmbito e nos limites técnicos do seu serviço e dentro do prazo assinalado, tornar indisponível o conteúdo apontado como infringente, ressalvadas as disposições legais em contrário.

Conforme esse dispositivo, provedores de conteúdo como o Facebook só podem ser responsabilizado civilmente caso não tomem as devidas providências –a exclusão, no caso—definidas por uma decisão judicial.

Só que a autora da ação recorreu da decisão junto à Turma Recursal Cível do Colégio de Piracicaba (SP), que determinou que o Facebook pague a indenização, mesmo que o conteúdo tenha sido feito por outra pessoa.

A nova decisão se apoiou no Código de Defesa do Consumidor e no artigo 5º da Constituição Federal para decidir que determinar a retirada do perfil condicioná-la ao pagamento por danos morais seria tirar do Facebook a responsabilidade de indenizar a parte ofendida.

Marco Civil da Internet

Foi a vez do Facebook recorrer e subter um recurso extraordinário ao STF. A empresa defende que o artigo 19 do Marco Civil impede a censura e garante a liberdade de expressão. Argumenta ainda que esses princípios não são garantias individuais, mas direitos coletivos.

Para o Facebook, permitir que conteúdos sejam excluídos sem que o pedido passe pela Justiça permitirá que empresas “passem a controlar, censurar e restringir a comunicação de milhares de pessoas, em flagrante ontrariedade àquilo que estabeleceram a Constituição Federal e o Marco Civil da Internet”.

Para o ministro Dias Toffoli, o debate em torno do caso passa pela observação dos princípios constitucionais e do Marco Civil da Internet.

“Dada a magnitude dos valores envolvidos, afigura-se essencial que o Supremo Tribunal Federal, realizando a necessária ponderação, posicione-se sobre o assunto.”

Post original

A Equifax informou esperar que os custos relacionados à violação de dados sofrida pela empresa em 2017 aumentem em US$ 275 milhões este ano, o que indica que o incidente na agência de relatórios de crédito pode ser o ataque hacker mais custoso da história corporativa.

A Equifax é uma das três maiores empresas de gestão de crédito dos Estados Unidos.

A projeção foi divulgada em uma teleconferência sobre os resultados da empresa na sexta-feira (2). Ela se soma a US$ 164 milhões em custos antes de impostos registrados no segundo semestre de 2017. Isso eleva os custos relacionados com a invasão de dados para US$ 439 milhões até o final deste ano, dos quais cerca de US$ 125 milhões serão cobertos por seguro.

"Parece que esta será a violação de dados mais cara da história", disse Larry Ponemon, presidente do Ponemon Institute, um grupo de pesquisa que acompanha os custos dos ataques cibernéticos.

Os custos totais da violação de dados, que comprometeram informações sensíveis de mais de 147 milhões de consumidores, poderiam ser "bem superiores a US$ 600 milhões de dólares", se forem incluídas as despesas para resolver as investigações governamentais sobre o incidente e ações judiciais civis contra a empresa, disse Ponemon.

A Equifax anunciou na quinta-feira resultado de quarto trimestre que superou previsões de Wall Street e divulgou que descobriu mais 2,4 milhões de pessoas cujos dados foram roubados no ataque.

As ações da companhia subiram quase 6% para US$ 117,23 nesta sexta-feira. O papel perdeu cerca de um quarto do seu valor desde que a Equifax divulgou a invasão no início de setembro.

A Equifax disse em setembro que os hackers roubaram informações pessoais identificáveis ​​de consumidores dos EUA, do Reino Unido e do Canadá, incluindo nomes, números da seguro social, datas de nascimento, endereços pessoais e números de cartão de crédito.

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Imagem ilustrativa da moeda cripográfica NEM. (Foto: Divulgação/NEM) Imagem ilustrativa da moeda cripográfica NEM. (Foto: Divulgação/NEM)

Imagem ilustrativa da moeda cripográfica NEM. (Foto: Divulgação/NEM)

A bolsa de criptomoedas com sede em Tóquio Coincheck Inc. disse neste domingo (28) que irá devolver cerca de 46,3 bilhões de ienes (US$ 425 milhões) que perdeu para hackers há dois dias, em um dos maiores roubos de dinheiro virtual na história. O NEM é a 10ª criptomoeda em maior valor de mercado no mundo.

O montante representa quase 90% dos 58 bilhões de ienes em moedas NEM que a companhia perdeu em um ataque que a forçou a suspender na sexta-feira (26) os saques de todas criptomoedas, exceto bitcoin.

A Coincheck disse em um comunicado que irá devolver os recursos a cerca de 260 mil donos de moedas NEM em ienes japoneses, mas que ainda trabalha para definir quando e como isso será feito.

Preocupações de segurança

O roubo evidencia preocupações de segurança e regulação quanto ao bitcoin e outras moedas virtuais, mesmo em meio a um boom global das criptomoedas que ainda dá poucos sinais de que possa enfraquecer.

Duas fontes com conhecimento direto do assunto disseram que a Agência de Serviços Financeiros do Japão (FSA) enviou uma notificação às cerca de 30 empresas que operam bolsas de moedas virtuais no país com um alerta sobre a possibilidade de novos cyber-ataques e exigindo que elas aumentem a segurança.

O regulador financeiro também está considerando punições adminstrativas à Coincheck sob as leis financeiras do país, disse uma das fontes.

O Japão começou a exigir que operadores de bolsas de criptomoedas se registrem junto ao governo apenas em abril de 2017. Operadores que então já existiam, como a Coincheck, foram autorizados a continuar a oferecer seus serviços enquanto aguardavam aprovação. O pedido da Coincheck, submetido em setembro, ainda está pendente.

A Coincheck disse na sexta-feira em uma coletiva de imprensa que suas moedas NEM estavam armazenadas em uma carteira "quente", ao invés das chamdas carteiras "frias", fora da internet. Ao ser questionado sobre a decisão, o presidente da companhia, Koichiro Wada, citou dificuldades técnicas e uma falta de pessoal capacitado para lidar com elas.

Em 2014, a Mt. Gox, com sede em Tóquio, que chegou a responder por 80% das negociações globais de bitcoin, pediu falência após perder cerca de meio bilhão de dólares em bitcoins.

Mais recentemente, a bolsa de criptomoeadas Youbit, da Coreia do Sul, fechou e entrou com pedido de falência após ser hackeada duas vezes no ano passado.

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Escritório do Facebook em Londres. (Foto: Toby Melville/Facebook) Escritório do Facebook em Londres. (Foto: Toby Melville/Facebook)

Escritório do Facebook em Londres. (Foto: Toby Melville/Facebook)

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira (2) que um recurso do Facebook a uma ação em que foi condenado a retirar do ar um perfil falso será julgada pelo plenário da corte.

“A transcendência e a relevância são inequívocas, uma vez que a matéria em questão, dadas a importância e o alcance das redes sociais e dos provedores de aplicações de internet nos dias atuais, constitui interesse de toda a sociedade brasileira”, afirmou o ministro em sua decisão.

Procurado pelo G1, o Facebook informou que não iria comentar e que todas as informações estão nos autos do processo.

No julgamento, que ainda não há data para ocorrer, os ministros decidirão se a Constituição e o Marco Civil da Internet obriga provedores de aplicações de internet, caso do Facebook, tem o dever de fiscalizar conteúdos publicados em suas plataformas.

Eles também analisarão se esses serviços têm que tirar algum material ofensivo do ar após receber apenas uma notificação extrajudicial e se podem ser levados à Justiça por veicular tal conteúdo antes que uma ação a respeito seja apreciada.

Entenda o caso

O caso chegou ao STF após o Facebook recorrer da decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Uma mulher identificou um perfil falso criado na rede social com o nome dela. Ela entrou com uma ação judicial em novembro de 2014 pedindo que a página fosse retirada do site, o protocolo de internet do autor fosse informado e que uma indenização de R$ 10 mil fosse paga.

O perfil exibia também fotos delas e era usado para ofender outras pessoas. O Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Capivari (SP) decidiu que o Facebook deveria excluir o perfil falso e cedesse o IP do responsável fosse cedido. Mas não reconheceu direito a indenização.

A decisão foi baseada no artigo 19 da lei Nº 12.965, de 2014, o chamado Marco Civil da Internet.

O que diz o artigo 19 do Marco Civil da Internet

Art. 19. Com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura, o provedor de aplicações de internet somente poderá ser responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros se, após ordem judicial específica, não tomar as providências para, no âmbito e nos limites técnicos do seu serviço e dentro do prazo assinalado, tornar indisponível o conteúdo apontado como infringente, ressalvadas as disposições legais em contrário.

Conforme esse dispositivo, provedores de conteúdo como o Facebook só podem ser responsabilizado civilmente caso não tomem as devidas providências –a exclusão, no caso—definidas por uma decisão judicial.

Só que a autora da ação recorreu da decisão junto à Turma Recursal Cível do Colégio de Piracicaba (SP), que determinou que o Facebook pague a indenização, mesmo que o conteúdo tenha sido feito por outra pessoa.

A nova decisão se apoiou no Código de Defesa do Consumidor e no artigo 5º da Constituição Federal para decidir que determinar a retirada do perfil condicioná-la ao pagamento por danos morais seria tirar do Facebook a responsabilidade de indenizar a parte ofendida.

Marco Civil da Internet

Foi a vez do Facebook recorrer e subter um recurso extraordinário ao STF. A empresa defende que o artigo 19 do Marco Civil impede a censura e garante a liberdade de expressão. Argumenta ainda que esses princípios não são garantias individuais, mas direitos coletivos.

Para o Facebook, permitir que conteúdos sejam excluídos sem que o pedido passe pela Justiça permitirá que empresas “passem a controlar, censurar e restringir a comunicação de milhares de pessoas, em flagrante ontrariedade àquilo que estabeleceram a Constituição Federal e o Marco Civil da Internet”.

Para o ministro Dias Toffoli, o debate em torno do caso passa pela observação dos princípios constitucionais e do Marco Civil da Internet.

“Dada a magnitude dos valores envolvidos, afigura-se essencial que o Supremo Tribunal Federal, realizando a necessária ponderação, posicione-se sobre o assunto.”

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A Equifax informou esperar que os custos relacionados à violação de dados sofrida pela empresa em 2017 aumentem em US$ 275 milhões este ano, o que indica que o incidente na agência de relatórios de crédito pode ser o ataque hacker mais custoso da história corporativa.

A Equifax é uma das três maiores empresas de gestão de crédito dos Estados Unidos.

A projeção foi divulgada em uma teleconferência sobre os resultados da empresa na sexta-feira (2). Ela se soma a US$ 164 milhões em custos antes de impostos registrados no segundo semestre de 2017. Isso eleva os custos relacionados com a invasão de dados para US$ 439 milhões até o final deste ano, dos quais cerca de US$ 125 milhões serão cobertos por seguro.

"Parece que esta será a violação de dados mais cara da história", disse Larry Ponemon, presidente do Ponemon Institute, um grupo de pesquisa que acompanha os custos dos ataques cibernéticos.

Os custos totais da violação de dados, que comprometeram informações sensíveis de mais de 147 milhões de consumidores, poderiam ser "bem superiores a US$ 600 milhões de dólares", se forem incluídas as despesas para resolver as investigações governamentais sobre o incidente e ações judiciais civis contra a empresa, disse Ponemon.

A Equifax anunciou na quinta-feira resultado de quarto trimestre que superou previsões de Wall Street e divulgou que descobriu mais 2,4 milhões de pessoas cujos dados foram roubados no ataque.

As ações da companhia subiram quase 6% para US$ 117,23 nesta sexta-feira. O papel perdeu cerca de um quarto do seu valor desde que a Equifax divulgou a invasão no início de setembro.

A Equifax disse em setembro que os hackers roubaram informações pessoais identificáveis ​​de consumidores dos EUA, do Reino Unido e do Canadá, incluindo nomes, números da seguro social, datas de nascimento, endereços pessoais e números de cartão de crédito.

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O seu celular armazena informações confidenciais sobre você, desde mensagens privadas a informações pessoais, como contatos, e-mails, contas bancárias... a lista pode chegar ao infinito.

Portanto, se hackearem seu telefone, é melhor agir o mais rápido possível. O problema é que, muitas vezes, não podemos identificar os sinais a tempo.

Mas há boas notícias: você não precisa ser um especialista em tecnologia para saber se seu telefone está comprometido.

Em alguns casos, basta prestar atenção a alguns indícios. Listamos alguns deles:

1. O aparelho fica mais lento

Se o desempenho do seu celular estiver mais lento que o normal, pode ser que algum programa malicioso ou malware esteja causando o problema.

Esse tipo de vírus pode afetar o desempenho do dispositivo, o que reflete também na velocidade em que ele se conecta à internet.

Mas saiba que isso também pode ser causado por atualizações do próprio sistema operacional, conforme foi reconhecido recentemente pela Apple.

2. Superaquecimento

Se você notar que o celular está muito quente... é um sinal ruim.

Isso pode ocorrer porque um aplicativo malware está sendo executado em segundo plano, explica a gigante de tecnologia americana Intel.

3. A bateria acaba antes do esperado

O mesmo motivo que causa superaquecimento pode provocar o desgaste da bateria.

É possível que esse efeito também ocorra devido a uma atualização do sistema, mas, se a mudança for drástica, é sempre melhor levá-la em consideração, recomenda o site Zona Móvel.

4. Recebe e envia mensagens desconhecidas

É provável que seus amigos ou familiares percebam esse sinal antes de você, caso seu celular esteja enviando sozinho mensagens por SMS ou WhatsApp.

Às vezes, são ofertas com armadilhas transmitidas na forma de vírus, de um celular para outro.

O mesmo pode acontecer com os e-mails.

O primeiro conselho a ter em mente: exclua-o imediatamente e não clique em nenhum link.

5. Janelas pop-up

Os chamados "pop-ups" geralmente são um sinal inequívoco de que algo está errado.

"Como acontece nos computadores, alguns malwares geram janelas pop-up que o convidam a executar diferentes ações", diz o especialista em segurança cibernética Joseph Steinberg.

"Se você vir 'pop-ups', lembre-se disso", alerta Steinberg.

6. Compras e aplicativos suspeitos

De onde saiu esse novo aplicativo que está instalado no seu telefone? O seu consumo de dados disparou inexplicavelmente este mês?

É possível que, além desses sinais, o valor de sua conta telefônica ou o número de mensagens de texto que você "enviou" tenha aumentado.

"Embora o fabricante ou a operadora possam ser autorizados a instalar aplicativos de vez em quando para atualizar o seu telefone, se novos programas aparecem de repente, é melhor você garantir que eles sejam legais", diz Steinberg.

O especialista recomenda procurar no Google o nome do aplicativo instalado e verificar o que outros usuários dizem sobre ele.

O mesmo acontece se o consumo de dados crescer inesperadamente: é melhor conferí-lo.

Também há casos em que hackers usam seus dados para fazer compras. Por esse motivo, especialistas recomendam que você tenha controle sobre as transações.

7. Aparência estranha e ruído de fundo

Se, ao navegar na internet, as páginas tiverem uma aparência incomum, é possível que seja devido à ação de um hacker que está controlando o dispositivo à distância.

Isso também poderia explicar comportamentos incomuns do sistema.

Finalmente, o ruído de fundo quando você faz uma ligação pode explicar que um terceiro está gravando a chamada. Se você ouvir beeps ou vozes, as chances são ainda maiores.

O que fazer?

  • Instale um antivírus de confiança em seu celular (alguns são grátis);
  • Desinstale os aplicativos que você não instalou;
  • Evite navegar usando wi-fi público;
  • Proteja seu telefone com uma senha difícil de decifrar;
  • Não faça downloads de aplicativos de fontes desconhecidas;
  • Tenha cuidado ao clicar em "pop-ups";
  • Mantenha seu dispositivo sempre atualizado;
  • Verifique regularmente a fatura e o consumo de dados do seu telefone.

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